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COMO DAR GORJETAS EM VIAGENS?

Dar uma gorjeta a um garçom ou motorista de táxi em um gesto de agradecimento pode parecer simples, porém confunde muito viajante pelo mundo todo. Há sempre dúvidas: quanto pagar? Em qual ocasião? Pagar a todos os atendentes? Evitar pagar gorjetas?
Quem ajuda a responder essas dúvidas é Ronaldo Faria, gerente de Bases e Treinamento da CVC. Com mais de 30 anos de carreira e 139 países visitados, Ronaldo adotou uma regra simples que pode ser aplicada tanto no Brasil quanto no exterior: "dê gorjetas apenas ao carregador de malas, ao garçom e, eventualmente, a quem lhe prestou algum serviço excepcional", explica.

Nos restaurantes a gorjeta varia em torno de 10 % do valor da conta. Fique atento para não pagar duas vezes, pois assim como no Brasil, em alguns países europeus o valor da gorjeta já vem incluído na conta. "Nada impede de você dar uma gorjeta maior, caso tenha um atendimento diferenciado, por exemplo, se o chef vier até a sua mesa, atendê-lo pessoalmente e preparar um prato especial, então você recompensa", ressalta Ronaldo. Entretanto, ele é categórico ao afirmar que não é vergonha deixar de pagar gorjeta quando o atendimento não for satisfatório, mesmo que já esteja incluído na conta. "Se você não foi bem atendido, por que vai pagar os 10 %? O brasileiro ainda não tem a cultura da gorjeta, a gente paga mesmo quando o serviço é ruim".

Já nos hotéis, o ideal é dar US$ 1 (exterior) ou R$2 (Brasil) ao carregador por cada mala, tanto na chegada quanto na saída (check in/check out) do hotel. Não é necessário dar gorjeta à camareira, a não ser que o serviço prestado tenha superado as suas expectativas. Isso também vale ao taxista, não é preciso pagar a mais, apenas arredonde a conta. Por exemplo, se o preço da corrida custar R$23,50 arredonde para R$25. Ronaldo avisa que mesmo em Nova York, onde os taxistas têm fama de fazer cara feia para gorjeta pequena, é possível usar a regra do "arredondamento" da conta.

No caso de algum funcionário reclamar da falta de gorjeta, trate a situação com bom humor e só faça uma reclamação formal se você se sentir ofendido. Ronaldo conta que, ao chegar em um hotel na Rússia, teve de explicar ao carregador de bagagem que não tinha trocados. "O carregador, que já estava no quarto, levou a mala de volta para o corredor, fechou a porta e foi embora!" recorda o gerente da CVC, que acabou rindo da situação.


Para quem prefere se hospedar em casa de parentes ou amigos, embora não haja a formalidade da gorjeta, é comum presentear os donos da casa como uma forma de agradecer a hospitalidade. Se houver funcionários na casa, uma cozinheira ou empregada doméstica que atendeu sua família durante a estadia, você pode deixar uma gorjeta ao se despedir. Quem dá essa dica é o administrador de empresas, Wagner Souza, que se hospedou na casa de um amigo durante sua viagem pela Índia. "Por lá é comum o costume de deixar algumas rúpias aos funcionários da casa", explica o administrador.

Durante os passeios, é preciso ficar atento às pessoas que tentam vender serviços em trocas de gorjeta. Muitas vezes o visitante não percebe que será cobrado. Por exemplo, em Cusco, alguns habitantes locais deixam os turistas tirarem fotos com suas lhamas para depois pedir uma "caixinha". Já no Cairo, alguns moradores se oferecem para tirar fotos com turistas em troca de moedas. "Não se trata exatamente de um pedido de gorjeta, mas sim de alguém tentando vender um serviço muitas vezes desnecessário que o turista acaba sendo induzido a aceitar", avisa Ronaldo Faria.

Foi exatamente este tipo de "serviço desnecessário" que deixou Stella Cazari em uma situação pra lá de embaraçosa ao chegar em Olinda. "Os guias locais se estapeiam para serem contratados, se o turista não quiser, tem que deixar bem claro. Nós recusamos um guia e mesmo assim ele nos seguiu a distância, falando sem parar, sobre datas e nomes, bebeu da água que eu comprei e, no final do percurso a pé - uma ladeira enorme -, cobrou R$ 30, dei uma nota de R$ 50 (porque não tinha trocado) e ele pediu pra ficar com o troco!", recorda Stela, ao escrever sobre sua viagem de lua de mel pelo nordeste para a seção Repórter CVC.

Em contraponto, há locais onde o ato de pedir gorjeta praticamente não existe (embora alguns estabelecimentos incluam um acréscimo na conta). Wagner Souza estranhou ao chegar em Dubai e não ver nenhuma mão estendida esperando uma moeda "não me pediram gorjetas em lugar nenhum", recorda. No Japão também não é comum dar gorjetas e o profissional pode até se sentir ofendido com a oferta. Por isso, é sempre válido pesquisar a cultura da cidade de destino antes de embarcar para a viagem, pois mesmo dentro de um mesmo país os costumes podem variar.

O mais importante ao dar uma gorjeta é sempre avaliar o serviço prestado e tomar cuidado para não confundir gorjeta com esmola. "A pessoa (funcionário) está prestando um serviço e não fazendo um favor. Quando sou mal atendido em um restaurante não pago os 10|sPercent|, mas se sou bem atendido pago até mais. A gorjeta é uma recompensa pelo bom atendimento e uma ajuda para que o garçom possa trabalhar mais e ter um estímulo para atender bem também outras pessoas", conclui Wagner Souza.

Mini guia de Gorjetas

BAR - em algumas cidades do exterior (principalmente Nova York) é hábito dar uma pequena gorjeta diretamente ao garçom ou "barman" ao receber o drink.

CRUZEIROS - durante os cruzeiros é comum dar gorjeta aos garçons e camareiros. Entretanto, nos Navios CVC as gorjetas já são incluídas na taxa de serviço.

HOTEL - costuma-se dar US$ 1 (exterior) e R$2 (Brasil) por mala ao carregador de bagagem no início e final da estadia (check in / check out). Aos demais funcionários do hotel, a gorjeta é opcional.

RESTAURANTE - caso a gorjeta não esteja incluída na conta, acrescente 10|sPercent| do valor pago.

MANOBRISTA - se o local não cobrar estacionamento, é válido dar uma gorjeta ao manobrista.

TÁXI - se não quiser dar gorjeta, arredonde a conta. Por exemplo, se a corrida custar R$ 13,50 pague 15 reais. Cuidado, pois em Nova York, alguns taxistas acrescentam, automaticamente, 15|sPercent| sobre o preço da corrida.



OS VÁRIOS NOMES DA "CAIXINHA". GORJETA EM...
...alemão: "trinkgeld"
...espanhol : "propina"
...inglês: "tip"
...italiano : "mancia"
...árabe: "bakschisch" (Egito)
...francês: "pourboire"

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