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Gafes no Exterior

Dicas de Como Evitar Gafes no Exterior

O círculo feito com o polegar e o dedo indicador, que para nós é gesto obsceno, para os americanos significa o.k. No Japão, quer dizer dinheiro; na França, algo sem valor; na Alemanha, equivale a chamar alguém de idiota e, na Tunísia, é uma ameaça de morte.

Alemanha
O homem sempre toma a iniciativa do drinque, nunca as mulheres; Um homem nunca deve tirar o paletó e arregaçar as mangas, mesmo se estiver muito calor, pode parecer muito desleixado; Quando estender a mão para cumprimentar alguém nunca deixe a outra mão no bolso, isso demonstra muita falta de educação.

Austrália
Na Austrália, fazer o "V" da vitória ou o conhecido gesto positivo com a mão fechada e o polegar para cima quer dizer que você está mandando alguém para aquele lugar indevido.

Argentina
É rude perguntar às pessoas no que trabalham. Espere até que informem.

Bahrein
Nunca exiba sinais de impaciência, considerada um insulto. Se for oferecido chá, aceite.

Bélgica e na França
Na Bélgica e na França, não pega bem para um homem ficar em pé, com as mãos nos bolsos, enquanto conversa com alguém.

Canadá e Estados unidos
Fumar em recintos fechados é, além de muito indelicado, proibido em vários restaurantes, aeroportos, prédios comerciais e shopping centers. Olhe ao seu redor para ver se existem sinais de "proibido fumar", pergunte à recepcionista de restaurante se o mesmo tem área para fumante, procure por áreas exclusivas para fumantes em alguns estabelecimentos públicos antes de acender seu cigarro, as multas são pesadas e no mínimo você vai passar pelo vexame de ser convidado a se retirar do recinto, pois o patrulhamento antitabagista é muito severo;

Não cumprimente alguém com beijinhos e abraços, a não ser que esta pessoa já esteja familiarizada com este hábito brasileiro. Normalmente o americano estende a mão para o cumprimento;

Sempre que você esbarrar acidentalmente em alguém, diga "excuse me" ou "sorry";
Nunca esqueça de acrescentar a gorjeta à conta do restaurante, caso você seja atendido por um garçom ou garçonete. A gorjeta é parte forte do salário deles. E ao carregador de malas do hotel ou aeroporto costuma-se dar a gorjeta de US$ 1 por volume; Chegue sempre no horário marcado, seja para um jantar, almoço de negócios, reuniões, consultas ou simples encontro informal. Ao reservar uma mesa num restaurante, espera-se que a pessoa chegue com cerca de quinze minutos de antecedência e quem convidou deve ser o primeiro a chegar;

Evite confusões com autoridades; " É indelicado perguntar quanto uma pessoa ganha ou pesa; " É prudente sempre perguntar como uma pessoa prefere ser chamada, pelo primeiro nome ou sobrenome precedido por Miss, Mrs ou Mr. CANADÁ " Canadenses não gostam de comparações sobre seu país com os EUA; Os canadenses também prezam pela pontualidade.

Camboja
Nunca toque ou passe algo sobre a cabeça de um cambojano; ela é considerada sagrada.

China
Como na maioria das culturas asiáticas, evite acenar ou apontar os pauzinhos, colocá-los verticalmente em uma tigela de arroz ou batucá-los na tigela; estas ações são consideradas extremamente rudes. Jamais recuse a comida que lhe oferecerem, é um verdadeiro insulto. Se não conseguir, disfarce, coma um pouco e espalhe o resto pelo prato.

Cingapura
Se você planeja dar um presente, sempre dê para a empresa; um presente para uma pessoa é considerado suborno.

Egito
Mostrar a sola do pé ou cruzar as pernas enquanto estiver sentado é um insulto. Nunca uso o polegar para cima, considerado um gesto obsceno. No Egito, esfregar os dois indicadores em movimentos paralelos é interpretado com segundas intenções.

Espanha
Sempre peça sua conta quando jantar fora na Espanha. É rude aguardar pelo garçom trazer sua conta antecipadamente. Espanhóis também fumam em toda parte; Não estranhe se encontrar o comércio fechado após o almoço, os espanhóis costumam fazer a "ciesta" por algumas horas.

Filipinas
Nunca se refira à anfitriã de um evento como "hostess", cuja tradução é prostitute.

França
Sempre permaneça calmo, educado e cortês durante encontros de negócios;nunca pareça excessivamente amistoso, porque isto pode ser interpretado como suspeito.Nunca faça perguntas pessoais.
Jamais use palitos de dente em público;
É indelicado um homem estar de pé, com as mãos no bolso, conversando com alguém;
Não se usa chamar alguém pelo primeiro nome em contatos comerciais;
Os franceses sempre lhe tratarão muito melhor se você demonstrar conhecer algumas palavras em francês.

Grécia
Se precisar fazer sinal para um táxi, abrir os cinco dedos é considerado um gesto ofensivo se a palma da mão estiver para fora; mantenha-a para baixo com os dedos fechados.

Índia
Evite dar presentes feitos de couro, porque muitos hindus são vegetarianos e consideram as vacas sagradas, tenha isto em mente ao levar clientes indianos a restaurantes. Piscar é visto como um gesto sexual. Não pega bem usar roupas justas e muito decotadas, você chamará muito a atenção; " Pele clara é muito admirada pelos indianos.

Inglaterra
Pontualidade Britânica" é verdade, os ingleses são os mais pontuais do mundo. Um trem, por exemplo, parte com horários quebrados, às 8h31;
Ao contrário dos americanos, os ingleses fumam muito, nos bares, hotéis, restaurantes, todo lugar;
Os ingleses acharão você um verdadeiro bárbaro se o virem molhar o pão no molho que sobrar em seu prato.

Itália
Na Itália, não apalpe as frutas para ver se estão maduras, a menos que queira aprender palavrões.
Os italianos comem vários tipos de pratos numa mesma refeição, mas não ache estranho se a salada vier depois do prato principal;

Como os ingleses, os italianos fumam muito e em todos os lugares; Japão
Nunca escreva em um cartão de visita ou o coloque no bolso de trás; Isto é desrespeitoso; segure o cartão com ambas as mãos e leia-o cuidadosamente. É educado pedir desculpas freqüentes nas conversas.
Os japoneses sempre cumprimentam as pessoas curvando-se para frente com insistência, demonstram mais respeito;
Falar alto pega muito mal, gargalhar de uma piada é ainda pior, principalmente para as mulheres;
É indelicado espirrar diante de outras pessoas;
Toma-se sopa direto na tigela, sem colher;
Não se espera receber gorjetas por serviços prestados;
Não elogie demais um japonês, ele irá encarar como falsidade.
Você sabia que o número 4 é sinal de azar para os japoneses? E que é desrespeito deixar o pé mais alto que a cabeça em alguns países asiáticos?

Malásia
Se receber um convite de um associado de negócios, responda por escrito. Evite usar a mão esquerda, considerada impure.

México
Se visitar a casa de um associado de negócios, não toque no assunto de negócios a menos que o associado o faça. Colocar as mãos nos quadris e encarar um mexicano dá a entender que você o está chamando para uma briga.

Países árabes
Nos países árabes, mostrar a sola do sapato ao cruzar as pernas é grosseiro, pois esta é considerada a parte mais suja. Exibir a palma da mão para um grego, com os dedos esticados e abertos é a pior ofensa. Provém do costume bizantino de esfregar sujeira no rosto dos inimigos.

República Dominicana
Quando falar com alguém, não manter um bom contato com os olhos pode ser interpretado como falta de interesse.

Vietnã
Aperte a mão apenas de alguém do mesmo sexo que lhe oferecer a mão. Contato público entre homens e mulheres é desaprovado.

Turquia, Romênia, Grécia e em alguns países latinos
Na Turquia, Romênia, Grécia e em alguns países latinos, a mão em figa tem conotação sexual, enquanto na Polônia, Rússia, Iugoslávia e Bulgária é uma resposta de cunho negativo. O gesto usado para pedir carona vira um convite sexual na região da italiana Sardenha, na Turquia e na Grécia.

Tailândia e Bulgária
Na Tailândia e Bulgária, os movimentos de sim e não feitos com a cabeça são invertidos.

Para o consultor multicultural Sven Dinklage, que é alemão mas vive no Brasil há uma década, viajar para outro país requer, além de um conhecimento básico da língua, algumas informações sobre a cultura local. Só assim é possível evitar algumas gafes que podem atrapalhar sua viagem.

Esses ruídos na comunicação que muitas pessoas cometem em países estrangeiros ocorrem por falta de conhecimento a respeito do modo de vida no outro país. E os brasileiros, tão acostumados ao contato físico e a demonstrações públicas de afeto, devem tomar muito cuidado, diz Dinklage.

"O brasileiro deve se comportar com mais discrição e mais seriedade no exterior", afirma Dinklage, especialista em intercâmbio multicultural. Para ele, o domínio do idioma estrangeiro não garante uma comunicação 100%. É preciso, antes de tudo, "respeitar as diferenças". Veja aqui a entrevista que ele concedeu ao G1, por e-mail:

G1 - Quais as gafes mais comuns que os brasileiros cometem no exterior? O senhor poderia citar alguns exemplos? Sven Dinklage - Pelo seu jeito extrovertido e comunicativo de ser, o brasileiro tende a ser um tanto escandaloso comparado com outros povos - em grupo, então, não é difícil identificá-lo. Dá para saber quem é brasileiro até de longe! Isto está relacionado à grande informalidade do brasileiro e ao seu estilo de comunicação, que está repleto de gestos e contato físico e permite que as pessoas se interrompam umas às outras durante o diálogo. O brasileiro faria bem de tomar cuidado e ser mais discreto e mais reservado no exterior.

Lembro de um ótimo exemplo que aconteceu na minha própria família. Estávamos na Alemanha visitando meus parentes e, certo dia, fomos visitar o meu pai no escritório dele na prefeitura da cidade da qual ele era prefeito. Ele interrompeu uma reunião na sala para nos cumprimentar, e a minha esposa, que é brasileira, deu um daqueles abraços para o meu pai na frente dos secretários e assessores dele. Todos ficaram olhando admirados e foi por pouco que a minha esposa não foi dar um abraço em todos eles também!

G1 - Em que países deve se tomar mais cuidado? Dinklage - Pelos exemplos citados acima, recomendo maior cuidado na América do Norte, no Norte da Europa, nos países Árabes e na Ásia - em todas estas regiões existe, entre outras coisas, uma grande formalidade no contato entre as pessoas.

G1 - O senhor já cometeu alguma gafe cultural? Dinklage - A gafe da qual eu mais lembro aconteceu quando iniciei o meu ano de estudos na França. Como eu ainda não tinha um quarto, morei as primeiras semanas na casa dos pais de uma colega da minha turma. Eu não sabia que era uma das mais prestigiadas famílias de Paris e não fazia a menor idéia da grande formalidade que existe neste nível social na França. A minha gafe cultural foi tratar o pai da minha amiga, um alto executivo, como "tu" e não saber que o certo era usar "Bonjour Monsieur...", "Merci Madame..." e "Oui Monsiuer..." toda hora; piorei as coisas mais ainda tentando "descontrair" o clima com uma brincadeira. Vi pela reação do pai da minha amiga que ele ficou muito ofendido e deve ter pensado: "Mas quem deixou este representante dos povos germânicos pré-históricos entrar na minha casa?".

G1 - O senhor diz que o conhecimento do idioma não importa tanto para evitar gafes. É isso mesmo? Dinklage - O que costumo dizer é o seguinte: o domínio do idioma não garante nada. Posso ter grande domínio do idioma e mesmo assim ofender as pessoas. Eu falo português há 15 anos e considero o meu nível excelente, mas mesmo assim não consigo me comunicar sempre 100%. Quando não falamos o idioma, talvez não consigamos nos aprofundar tanto na outra cultura, mas as chances de cometermos gafes culturais também são bem menores.

G1 - As gafes de quem viaja a turismo são diferentes das de quem viaja a trabalho? Quem está mais exposto? Dinklage - Sem dúvida, o turista está menos sujeito às gafes culturais: ele tem um certo desconto por ser turista e normalmente é atendido por profissionais acostumados a lidar com outras culturas. Quem viaja a trabalho enfrenta um universo muito maior de contatos e situações que podem resultar em gafes culturais. Mas mesmo o turista pode passar por sérios problemas, como aconteceu com um brasileiro que estava passeando no Marrocos com a sua família. Em certo lugar, um comerciante local se aproximou e ofereceu um determinado número de camelos pela filha do turista. O homem de família, reagindo com o reflexo natural do brincalhão brasileiro, respondeu: "Se pagar o dobro disto, tudo bem!", o que foi imediatamente aceito pelo comerciante como negócio fechado. Agora imagine o mal entendimento que isto causou no árabe, que não queria aceitar de jeito nenhum que se tratava de uma brincadeira! Só depois de muita briga o brasileiro e sua família conseguiram escapar da situação, deixando grande constrangimento e sentimentos muito amargos para todos os envolvidos.

G1 - Quais são as maiores gafes que os estrangeiros cometem aqui? Dinklage - Para fazer negócios no Brasil, muitos executivos estrangeiros têm dificuldade de entender a importância que o relacionamento pessoal tem na vida profissional brasileira -em outras culturas a vida profissional não é de maneira alguma misturada com a vida pessoal. Muitos estrangeiros também têm dificuldade de entender o nosso jeito mais codificado de se comunicar e tendem a levar as coisas literalmente, decepcionando-se quando as coisas não acontecem conforme haviam entendido (isto também vale para a pontualidade do brasileiro). E, para citar mais um exemplo que não é bem uma gafe cultural, os estrangeiros normalmente subestimam a seriedade da situação da nossa segurança pública e se expõem a riscos maiores do que deveriam.

G1 - Os erros ocorrem porque as pessoas tentam se adaptar demais à cultura local ou porque, do contrário, não têm o respeito mínimo às culturas diversas? Dinklage - Os erros ocorrem, sem dúvida, mais por falta do que por excesso de preparo. A maioria das pessoas desconhece totalmente a complexidade do mundo intercultural e não se interessa pelas diferenças existentes. Ou, se conhecem o assunto, acham que os outros estão errados e devem se adaptar ao estilo deles.

G1 - O senhor poderia dar algumas dicas básicas que ajudam a evitar erros catastróficos de brasileiros no exterior? Dinklage - O brasileiro deve se comportar com mais discrição e mais seriedade no exterior. Deve manter a simpatia que lhe é nata, mas não exagerar nas emoções, nos gestos e no contato físico. É de suma importância aceitar que o comportamento extrovertido e carinhoso do brasileiro podem não ser bem vistos por outros povos. Deve-se respeitar as diferenças e se lembrar que: "When in Rome, do as the Romans do!" ("Quando em Roma, faça como os Romanos").


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