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► Compras - em lojas Duty Free

COMPRAS NO EXTERIOR

 

As dicas que você precisa para fazer boas compras lá fora.

Compras e viagens. Está ai um casamento que sempre dá certo! É difícil imaginar conhecer um novo lugar, especialmente fora do país, e não trazer algumas coisas, mesmo que o motivo da viagem não seja especificamente fazer compras.

Não importa se você está entre os que sonham em viajar somente para fazer compras na Black Friday em Miami ou se pretende comprar apenas lembranças, chocolates e cosméticos no Free Shop: não deixe de ler esse guia para economizar e gastar melhor seu dinheiro no exterior!

PROGRAMANDO OS GASTOS

Evite a depressão pós-viagem.

Está com passagem marcada para Nova York, Orlando ou Miami? Ninguém acreditará se você disser que vai voltar sem algumas compras. Se o destino for a Europa, pode ser que a mala volte quase com o mesmo peso da ida, salvo alguns belos souvenirs encontrados por lá. O importante, independente do destino, é ter em mente o seu objetivo na viagem e quanto você pode gastar. Não dá para esquecer que cartão crédito tem fatura, mesmo que a cobrança venha apenas no mês seguinte.

Calcule bem o quanto poderá investir nas compras, sem passar aperto na volta. Ter a noção deste valor ajuda a definir quais produtos você poderá adquirir. Talvez aquela tão sonhada bolsa tenha que ficar pra a próxima, assim como o tablet recém lançado. Com o mesmo valor você poderá comprar vinte camisetas. Mas você prefere as vinte camisetas ou a bolsa dos sonhos? Definir prioridades ajuda a organizar os gastos e você não voltará falido e decepcionado.

Claro que nem todas as compras podem ser previstas, e para estes casos um fundo de reserva é essencial! Ele dará conta daquele produto incrível, único e inexistente no Brasil. Você precisa muito comprar? É para este fim que o dinheiro está guardado. Nunca se sabe o tamanho de desconto que irá passar por você, então não gaste tudo no primeiro dia de viagem!

OPÇÕES DE PAGAMENTO

Dinheiro, cartão de crédito, débito, pré-pago ou saque no exterior?

A dúvida é cruel e não dá para escapar dela. Qual a melhor opção de pagamento no exterior? Com o aumento do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) de 0,38% para 6,38% em quase todas as formas de pagamento, os critérios para escolha mudaram um pouco.

Todas as formas de pagamento têm seus prós, seus contras e oferecem riscos de darem errado, por isso a primeira regra é sempre combinar várias opções. Você poderá ter todo o seu dinheiro furtado, seu cartão de viagem pode não funcionar em várias máquinas, o cartão de crédito talvez não tenha o limite necessário para a viagem, assim como o de débito tem um limite diário de gastos. Fora o fato de que você poderá perder qualquer um deles.

Não adianta levar várias opções de pagamento e guardar todas juntas. Já pensou perder a carteira com todos os seus cartões dentro dela? Ao menos uma opção, por segurança, deve permanecer no hotel, seja no cofre ou trancada na mala.

Conheça um pouco mais sobre as opções mais comuns usadas pelos viajantes:

Dinheiro

A forma mais barata de pagar suas contas no exterior. A principal vantagem de levar dinheiro em espécie é ser a única opção de pagamento que ainda tem o IOF de 0,38%, isso faz dele a opção mais em conta. Como a cotação das moedas estrangeiras varia entre as casas de câmbio e bancos, o ideal é verificar em vários estabelecimentos antes de comprar. Pergunte sempre pelo valor da taxa de administração cobrada por alguns estabelecimentos e que alteram o valor final da moeda. Não deixe para comprar a moeda na última hora. Muitas vezes os bancos não têm o montante desejado, ou dispõem apenas de notas de um único valor, o que pode dificultar a vida do turista.

A grande desvantagem de levar dinheiro em espécie em relação aos cartões: não é nada seguro andar com um bolo de notas por aí. Se você for furtado, infelizmente, não poderá fazer nada além de ir a uma delegacia. Não há como bloquear o dinheiro e receber outro em 48 horas. Caso opte por esta forma de pagamento, lembre-se que a Receita Federal limita a 10 mil reais o valor em espécie que pode deixar o país sem ser declarado. Regras semelhantes se aplicam a outros países em relação à entrada de valores, por isso, se estiver com um grande montante de dinheiro, informe-se sobre o destino a ser visitado.

Cartão de crédito

Com o aumento do IOF nos cartões de débito e viagem, de 0,38% para 6,38%, o cartão de crédito voltou a ser uma ótima opção para os brasileiros na hora de viajar. Além de não exigir a compra de um novo plástico, carregamentos e senhas, eles têm como grande trunfo os programas de milhagens. Entre gastar em um cartão que não traz nenhum benefício e outro que pode render a passagem da próxima viagem, sem dúvidas é melhor escolher o segundo.

Outra grande vantagem do cartão de crédito é a segurança em relação a furtos e extravios. Você poderá bloquear o cartão e, mesmo que ele tenha sido usado indevidamente, a operadora irá estornar as compras. Além disso, dependendo do seu cartão, você receberá outro rapidamente, ainda durante a viagem.

A principal desvantagem é a imprevisível cotação do dólar, já que a conversão para real considera o dia do pagamento da fatura e não o dia da compra. É questão de sorte ou azar. Além disso, não há um padrão no tipo de cotação usada pelos cartões. Entre comercial e turismo vale tudo. Para quem pretende gastar muito, o cartão de crédito pode ser um problema, afinal o limite pode não ser suficiente. Uma saída é antecipar o pagamento da fatura pela internet e assim liberar mais limite ou entrar em contato com a emissora e solicitar um aumento ou mesmo limite extra, ainda que temporário. Alguns cartões de crédito – não todos – permitem saque em dinheiro no exterior, porém existe um limite diário que é diferente do limite dentro do Brasil.

Importante: antes de embarcar não se esqueça de informar ao banco ou emissora do cartão que vai usá-lo no exterior. Alguns permitem que se faça isso por telefone, internet ou caixas eletrônicos.

Cartão de viagem pré-pago

O cartão de viagem que antes tinha IOF de 0,38% agora segue a regra do cartão de crédito e tem o imposto em 6,38%. Isso praticamente anulou as vantagens deste tipo de cartão.

O funcionamento é simples: você compra o cartão, recebe a senha e carrega ele com o valor que pretende usar. Durante a viagem, o funcionamento é idêntico a um cartão de crédito ou débito comum, permitindo saques no exterior e bloqueio no caso de furto ou perda.

A vantagem do cartão pré-pago é que ele permite levar para a viagem quantos dólares você quiser, já que não tem limite como o cartão de crédito, e é bem mais seguro que o dinheiro em espécie. Além disso, se o dinheiro depositado no cartão acabar, você pode recarregar pela internet ou telefone.

Agora as desvantagens. A primeira, como dissemos, é que ele não oferece programa de milhas. Além disso, você precisa carregar o dinheiro da viagem no cartão antes de usá-lo, sujeito ao câmbio e taxas da empresa emissora, enquanto no cartão de crédito você paga no mês seguinte ou pode parcelar. Ainda tem mais: o cartão pré-pago não oferece um seguro, como o cartão de crédito, que estorna as compras feitas em caso de furto. Você deverá cancelar o cartão logo que perceba o sumiço dele, já que muitas máquinas não exigem senha para compras.

Outro ponto negativo é o eventual não reconhecimento dos cartões no exterior. E se todo o seu dinheiro estiver lá, vai ser bem complicado!

Cartão de débito

Se o seu cartão de débito da sua conta bancária está habilitado para uso no exterior, você poderá fazer compras com ele normalmente, porém o IOF, assim como dos outros cartões, também é de 6,38%.

Esta opção apresenta uma grande desvantagem: de acordo com o banco há limites para compras no mesmo dia e para saques em dinheiro. Isto pode ser um grande problema, especialmente para quem desejar adquirir um bem de valor alto.

Além disso, a função débito não oferece milhas em alguns bancos e não funciona muito bem em alguns países, por outro lado você escapa da variação cambial do cartão de crédito.

Saque da conta corrente no exterior

Esta opção também teve seu IOF aumentado para 6,38% recentemente e por isso tornou-se menos interessante. As vantagens são que você não precisa sair do país com muito dinheiro e também a previsibilidade da conversão, você sacará sempre em moeda local e no momento do saque será feita a conversão para reais.

É importante consultar seu banco para saber se há taxa por saque e qual é o limite diário para a retirada.

COMPRANDO PELA INTERNET ANTES DE VIAJAR

Compre em casa e receba no hotel.

Compras online são um grande facilitador na vida do turista. Se você quer passar todos os dias curtindo o destino, mas não abre mão das compras, que tal adquirir alguns produtos ainda no Brasil? Nessas horas os sites de grandes empresas como Amazon, Target, Best Buy, Disney Store e Walmart são grandes aliados. O prazo de entrega costuma ser bem mais eficiente do que no Brasil, o risco de não receber a mercadoria é baixo e você ainda pode conseguir bons preços se fizer uso de cupons de desconto.

Verifique com o hotel se ele permite o recebimento de encomendas, alguns cobram uma taxa para guardar as caixas. Caso não seja possível, você poderá usar um dos serviços de caixa postal disponíveis no exterior. Basta calcular o tempo de entrega para o mesmo período que estiver na viagem. Se o produto não chegar a tempo, oriente o hotel a devolver o pacote, assim você não ficará no prejuízo. É um processo que depende da honestidade de muitas pessoas e da confiança no serviço de entrega. Mas, acredite, funciona e te deixará livre para aproveitar a cidade. Quando chegar, basta recolher as caixas na recepção.

 

ARRUMANDO AS MALAS

Reserve espaço para as compras

Está quase na hora de embarcar! Já tem ideia do que pretende comprar no exterior? Arrume as malas tentando prever quanto espaço será necessário para todos os bens a serem adquiridos. Se estiver na dúvida, que tal levar uma sacola de viagem dobrada e vazia? É uma precaução que não ocupa espaço, ajudará a não passar aperto na hora de fechar a mala e evitará que você compre mais uma bagagem no exterior.

Para os turistas que estão focados nas compras, e viajam com uma mala vazia para voltar com duas cheias, vale um alerta importante: chegar a um país estrangeiro para passar dez dias, com uma mala vazia, é passível de desconfiança. Existem vários relatos de passageiros que foram barrados no raio-x da imigração americana simplesmente por não terem quase nada na mala. O susto é grande e muitas vezes desnecessário. Ninguém relatou que foi deportado, porém todos prestaram esclarecimentos à imigração.

Não esqueça que o avião não é um caminhão de mudança e há limites para as bagagens. Em voos internacionais o passageiro da classe econômica geralmente poderá levar até duas malas com 32 kg cada. Além das bagagens despachadas, geralmente é permitido levar uma mala de mão, com volume de 115cm e peso variável.

COMPRAS NO FREE SHOP

Fugindo dos impostos nas compras

A tentação começa ainda em solo brasileiro. O free shop é um convite a pequenas comprinhas. Porém, vale lembrar que compras no free shop do embarque entrarão na cota de US$ 500 permitida para compras no exterior. Segure a carteira para aproveitar as pechinchas lá fora. A cota extra do free shop, no valor de US$ 500, vale apenas para o momento do desembarque, quando você retornar ao Brasil. Aproveite para fazer pesquisas de preço, assim você saberá quanto custa o produto que pretende adquirir na volta.

Free shop no embarque do exterior

Não comprou o suficiente ou esqueceu alguns presentinhos de última hora? Aproveite o free shop antes de embarcar. Quase sempre eles têm mais variedade que o brasileiro. Porém, como nem tudo são flores, a mesma regra do free shop no embarque do Brasil vale para o embarque no exterior: qualquer produto adquirido no free shop lá fora entrará na cota de US$ 500 permitida para compras internacionais. A cota extra de US$ 500 é apenas para o duty free de desembarque no Brasil.

Free Shop de desembarque no Brasil

Você tem mais US$ 500 para gastar além do limite, também de US$ 500, para compras no exterior. Este é o único free shop que permite o uso da cota extra. No free shop do Brasil, na área de desembarque, você poderá optar por pagar em reais, e não ser vítima do IOF de 6,38%, ou pagar em dólar e euro. Aproveite para levar o perfume que esqueceu e alguns chocolatinhos. Outra dica é já deixar reservado pelo site os produtos que pretende comprar, dessa forma você economiza tempo e não precisa ficar procurando os produtos na loja.

 

A HORA DE IR ÀS COMPRAS!

Algumas dicas que vão te ajudar durante as compras.

A metodologia varia. Muitos preferem comprar apenas o que encontram durante os passeios, outros vão direto aos pontos de venda, como shoppings, outlets e lojas de departamento. Seja qual for o seu espírito comprador, o importante é tomar alguns cuidados que podem facilitar a sua vida na hora de gastar dinheiro. Segue algumas dicas que podem ajudar neste processo de compras:

1- Organize-se! Não dá para sair comprando o mundo sem saber como pagar ou fazer caber na mala. É preciso estar consciente para não comprar em excesso (afinal, temos a Receita Federal);

2- Priorize locais de compra que ofereçam várias opções de lojas. É uma boa maneira de economizar tempo, paciência e sola de sapato, além de você poder aproveitar mais a viagem;

3- Pretende realmente comprar o mundo? Leve uma mala para carregar as compras! Não é preciso ter vergonha, você não será o único a transportar sacolas sobre rodas;

4- Experimente tudo o que comprar, talvez não haja oportunidade de retornar à loja e fazer uma troca. Teste os eletrônicos e veja atentamente se não há defeitos nas roupas e calçados. A dica vale para todos os produtos!

5- Antes de ir para as compras, procure cupons e livros de desconto. Eles são realmente eficientes, especialmente nos EUA.

6- Em alguns países os impostos não estão inclusos no valor do produto e você só saberá o preço final na hora de fechar a compra. Aquele vestido de US$ 300 pode sair um pouquinho mais caro do que você imaginou. Calcule sempre o valor do imposto antes de ir para o caixa;

 

É MAIS INTERESSANTE FAZER AS COMPRAS NO FREE SHOP DO BRASIL OU DO EXTERIOR?

Como regra geral, é sempre melhor fazer as compras no free shop do Brasil quando se está voltando. Isso porque você não tem de carregar as compras dentro do avião (quando compradas nos free shops das salas de embarque) e principalmente porque, se comprados aqui no Brasil, os itens não entram na cota de compras no exterior, ou seja, você teria 500 dólares das compras no exterior mais 500 dólares de compras no free shop do Brasil 

Claro que existem exceções. Como eu expliquei no post citado acima, é importante que você compare os preços dos free shops, pois alguns itens podem estar mais baratos no exterior ou podem, até mesmo, não serem vendidos no Brasil.

MEU VÔO TEM CONEXÃO NO BRASIL. EM QUAL DOS FREE SHOPS EU COMPRO?
As compras no free shop só podem ser feitas no aeroporto de chegada ao Brasil, pois qualquer outro vôo, mesmo que em conexão, é considerado um vôo interno. Por exemplo: o aeroporto de chegada é o Galeão, e é lá que você terá de fazer as compras. Só cuidado para não perder a conexão.

O que é certeza é que em vôos comprados separadamente (ex.: Santiago-São Paulo / São Paulo-Belo Horizonte), o free shop será feito só na primeira perna, pois, para o sistema, seu voo terminou ali e o voo seguinte é um novo voo.

 

EU QUERO COMPRAR PERFUMES E BEBIDAS E CREMES NO FREE SHOP. COMO FICAM AS REGRAS PARA CARREGAR LÍQUIDOS NESSE CASO?

Se o item gel ou líquido for comprado antes da sala de embarque e antes de passar pelas checagens de segurança dos vôos, você terá de despachá-lo, mas se você comprar o item já no free shop da sala de embarque, você poderá entrar com eles sem problemas, mas não os retire da sacola/caixa original do free shop para evitar de acharem que você conseguiu furar a segurança.

Em alguns aeroportos, os free shops, tanto dentro quanto fora da sala de embarque, têm a opção de entregar suas compras já no momento em que você está embarcando.

No exterior, cada um tem sua regra, mas eu sugiro só comprar no free shop na última escala da viagem para não correr o risco de ter de fazer um novo check-in ou passar pela checagem de segurança novamente e eles encrencarem com as compras. Já dentro do Brasil, não tem muito problema com líquidos, ainda mais em vôos vindo de escalas internacionais.

SE EU COMPRAR BEBIDAS, PERFUMES OU LÍQUIDOS NO FREE SHOP DE CHEGADA AO BRASIL, E PRECISAR PEGAR OUTRO VÔO INTERNO, TEREI PROBLEMAS?

Não. No Brasil, vôos internos não têm tantas restrições quanto no exterior e é possível levar líquidos na cabine, mesmo que você tenha de fazer check-in. A dica aqui é manter os itens na embalagem original do Free Shop até a chegada no destino final e manter a nota fiscal com você por garantia.

 

O FREE SHOP DO AEROPORTO X TEM PREÇOS BONS?

A Dufry é a detentora da maioria (se não todos) os Free Shops do Brasil. Então por aqui os preços são todos tabelados e você pode ver os preços e itens vendidos pelo site deles. Em geral os preços são bons para artigos de perfumaria, bebidas e chocolates.

 

POSSO PAGAR MINHAS COMPRAS NO FREE SHOP DO BRASIL COM CARTÃO DE DÉBITO? E COM CARTÃO DE CRÉDITO SEM SER INTERNACIONAL?

A Dufry aceita pagamentos das seguintes formas:

Pagamento em Dinheiro

•      Real (BRL)

•      Dólar Americano (USD)

•      Euro (EUR)

•      Libra Esterlina (GBP)

•      Franco Suíço (CHF)

•      Dólar Canadense (CAD)

•      Iene Japonês (YEN)

•      Moedas apenas de Dólar Americano (USD) e Real (BRL).

Pagamento com Traveler’s Checks

•      Dólar Americano (USD)

•      Libra Esterlina (GBP)

•      Euro (EUR)

Pagamento com Cartão de Crédito

•      Visa (em Real ou Dólar)

•      Mastercard (em Real ou Dólar)

•      Diners (em Real ou Dólar)

•      Amex (em Real ou Dólar)

•      Hipercard (em Real)

•      JCB (em Dólar)

Pagamentos em Real podem ser feitos com cartão nacional, mas em dólar é preciso que o cartão seja internacional.

Pagamento com Cartão de Débito

Somente nas bandeiras:

•      Visa Electron (em Real ou Dólar)

•      Redeshop (em Real)

Lembre-se de que pagar em dólar é normalmente mais vantajoso, pois a taxa de conversão deles é muito ruim, mas se o dólar estiver variando muito e você não quiser arriscar, peça para converterem para Real para poder garantir a cotação. Pague em outra moeda apenas no caso de você querer gastar o que sobrou com você.

SE EU GASTAR 500 DÓLARES NO FREE SHOP DO EXTERIOR, EU PODEREI COMPRAR NO FREE SHOP DO BRASIL OU SERÁ QUE MINHA COTA ACABA?

Não importa o quanto você tenha comprado no exterior, você poderá sempre comprar até 500 dólares no free shop do Brasil sem pagar imposto. Contudo, você deve atentar para o fato de qualquer compra feita no exterior, seja em free shop ou não, entra naqueles 500 dólares de compras a que você tem direito e tudo o que passar desse valor pode ter de pagar impostos.

Por exemplo, se você comprou um iPad por 450 dólares numa loja normal no exterior e depois gastou 200 dólares em outros eletrônicos no free shop daquele país, totalizando 650 dólares, você poderá ter de pagar impostos sobre os 150 dólares excedentes. Ainda assim, poderá comprar até 500 dólares em itens no free shop do Brasil sem pagar nenhum imposto.

 

ESTOU VIAJANDO COM MEU FILHO, ELE TEM DIREITO À COTA DE COMPRAS TAMBÉM?

Essa é uma boa pergunta e só falando com o pessoal da Polícia Federal antes de embarcar para ter certeza, mas pensemos no caso. Você tem um filho de 6 meses e quer trazer, na cota dele, um monte de garrafa de vinho ou mesmo um relógio. Fica meio estranho, mesmo que ele tenha direito à cota, não é?

Outra coisa, se seu filho não pagou passagem (vai viajar em seu colo), ele não poderá comprar no Free Shop de chegada do Brasil, pois eles pedem o passaporte e o ticket de viagem. Podemos aplicar uma lógica parecida para a cota de compras internacionais também 

Agora, se seu filho, por menor que seja, pagou passagem, no mínimo ele poderá comprar no Free Shop de chegada ao Brasil. Talvez ele não possa comprar bebidas alcoólicas e cigarros, mas chocolate pode sim 

 

TAX FREE

Receba de volta parte do que gastou.

E se depois de gastar um bom dinheiro com as compras você pudesse ter um pouco dos gastos restituídos? Pois essa possibilidade existe e é chamada de tax free. Com ele, os turistas podem receber de volta o valor do imposto embutido nas compras, o VAT (Value Added Tax) e, acredite, pegar esse dinheirinho no final da viagem pode fazer uma grande diferença! As regras para pegar o VAT variam de país para país; enquanto a restituição do imposto é difundida na Europa, é quase inexistente nos EUA.

Para pegar o VAT você deve fazer sua compra e sempre guardar as notas fiscais. Na própria loja onde o dinheiro foi gasto, pergunte sempre pelo formulário do tax free. Em posse das notas fiscais e formulários do tax free, leve esses documentos ao escritório de restituição da taxa, normalmente localizado no aeroporto onde deixará o país. No escritório as notas fiscais e formulários são analisadas e quando tudo está de acordo com as regras, seu direito ao reembolso é confirmado através de um carimbo nos formulários. Carimbo recebido, é hora de ir ao centro de reembolso, onde você poderá receber seu dinheiro do imposto das compras em cheque e até em espécie! As regras variam de acordo com o destino, o importante é sempre guardar as notas fiscais e pedir o formulário de reembolso!

A PASSAGEM PELA ALFÂNDEGA

O momento mais tenso da viagem.

Sem dúvida, este é um dos piores momentos para os turistas que retornam do exterior. É difícil prever o que vai acontecer quando passamos pela alfândega, por isso é sempre bom agir dentro da lei para evitar problemas. A regra básica é: cada brasileiro tem o direito de trazer bens adquiridos no exterior, no valor de até US$ 500, sem pagar impostos. O que passar desta cota deve ser declarado à Receita Federal, que fará o cálculo de imposto – de 50% – sobre o valor que exceder os US$ 500.

É importante conhecer bem as regras de bagagem, até mesmo para poder argumentar com o fiscal, caso você seja o escolhido da vez. Saber o que é ou não bem de uso pessoal, quantos produtos de cada são permitidos, quais eletrônicos entram ou não na cota é fundamental na hora da aduana. Ninguém está livre de ser barrado, mesmo os que seguem para a fila de “nada a declarar”. O importante é agir corretamente, assim você não corre o risco de ter que pagar, além dos 50% de imposto, mais 50% de multa pela mentira.

 

ATENÇÃO

•      O limite de valor global corresponde a:

a) US$ 500,00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via aérea ou marítima; e

b) US$ 300,00 (trezentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via terrestre, fluvial ou lacustre.

•      O limite quantitativo corresponde a:

Na via aérea ou marítima:

a) bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;

b) cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;

c) charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;

d) fumo: 250 gramas, no total;

e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 10,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas; e

f) bens não relacionados nos itens “a” a “e”: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.


Na via terrestre

a) bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;

b) cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;

c) charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;

d) fumo: 250 gramas, no total;

e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 5,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas; e

f) bens não relacionados nos itens“a” a “e”: 10 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.

•      Além das isenções a que têm direito todos os viajantes em geral, você pode ter direito a isenções concedidas a viajantes em situações especiais. Verifique se é o seu caso.

•      Pergunte a um funcionário da aduana brasileira se você tiver dúvidas sobre as isenções de tributos a que você tem direito sobre os bens trazidos do exterior.

•      Observe os limites e condições que lhe permitam utilizar os regimes de isenção de tributos ou de tributação especial sobre a sua bagagem. Evite ter que utilizar o regime de tributação comum.

•      Os bens sujeitos ao pagamento de tributos ou aqueles para os quais se deseje comprovar a regular entrada no País devem ser apresentados à fiscalização aduaneira localizada nos pontos de fronteira, nos portos e nos aeroportos, no momento da chegada ao Brasil.

•      Embale os produtos a serem declarados de forma que eles estejam acessíveis para a inspeção aduaneira. Isto ajuda a agilizar o desembaraço de sua bagagem.

•      Providencie medicamentos suficientes para a sua viagem. Verifique com a representação diplomática do(s) país(es) que você pretende visitar para se assegurar que seus medicamentos são legais nesses locais. Obtenha, com o seu médico, uma receita atestando que o medicamento é para você e a dosagem recomendada. Mantenha a embalagem original do medicamento.

•      Saiba que penalidades por posse de drogas podem resultar em multas pesadas, prisão ou mesmo pena de morte em alguns países estrangeiros.

•      O viajante que se destinar a qualquer país pertencente à União Européia e estiver portando dinheiro ou meios de pagamento ao portador em montante igual ou superior a EUR 10.000,00 (dez mil euros), deverá dirigir-se à Alfândega do país de destino para declarar, em formulário próprio, esses valores.

•      A bagagem desacompanhada recebe um tratamento tributário diferente do aplicado a bagagem acompanhada, não fazendo jus, por exemplo, à cota de isenção.

•      NÃO transporte objetos para outras pessoas. Se você o fizer e for uma mercadoria proibida ou restrita, você será o responsável.

•      NÃO acredite que você "não é o tipo". Os funcionários aduaneiros podem selecionar pessoas e bagagens para inspeção detalhada por diversas razões. A seleção não deve ser vista como um reflexo da integridade, do caráter ou da aparência do viajante.

•      NÃO forneça informações falsas para a Aduana. As penalidades por falsas informações (como faturas forjadas) são severas e podem resultar em apreensão das mercadorias e em processo criminal contra os responsáveis.

•      NÃO traga para o Brasil mercadorias pirateadas ou contrafeitas. A pirataria de direitos autorais e a contrafação de marcas são ilegais. As mercadorias contrafeitas ou pirateadas importadas para o Brasil estão sujeitas a apreensão pela Aduana e os seus portadores podem ser processados civil e criminalmente.

•      NÃO traga bens e mercadorias com finalidade comercial. Se trouxer, declare-os na Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV) e informe, antes de qualquer ação da fiscalização aduaneira, que eles serão submetidos a despacho comum de importação, identificando a pessoa jurídica que o promoverá. Caso contrário, você poderá perder a mercadoria.

•      NÃO é permitida a importação de mercadorias para fins comerciais ou industriais por pessoas físicas.

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